Conheça agora algumas vantagens em fazer parte de uma Incubadora e ouça o nosso podcast com o empreendedor Mauricio Correia que vive essa experiência. Já falamos aqui no Digaí sobre as aceleradoras e também sobre o investidor-anjo.  Então, para você entender a diferença, é bom saber que incubadoras geralmente são organizações sem fins lucrativos que trabalham para alimentar a criação e aprimoramento de novos negócios oferecendo recursos como espaço físico, infraestrutura e orientação num período que vai até 5 anos.

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É comum que elas estejam ligadas ao ambiente universitário. São muito procuradas por profissionais com muito conhecimento técnico e quase nenhum em gestão de um negócio. O desafio se torna mostrar que ideias e talentos podem se transformar em algo vendável – principalmente porque isso gera a sustentabilidade do negócio.

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Por estarem em contato com a fase de concepção de uma empresa poderemos dizer, sem medo, que as incubadoras desempenham o papel de preparadoras de uma empresa para a atuação posterior das aceleradoras.

É mais comum que as empresas envolvidas nos trabalhos das aceleradoras e incubadoras estejam relacionadas, de alguma forma, à tecnologia. Mas, evidente, que há alternativas para quem trabalha em outras áreas – como é o caso da aceleradora Experimental Ad/venture que trabalha com empresas na área de economia criativa.

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Vamos, então, aproveitar essa deixa sobre economia criativa e falar mais um pouco sobre esse tema que está bombando aqui no blog. Não está acompanhando os conteúdos já postados sobre essa temática? Então, dá uma lida nestes posts e se atualiza: As diferenças entre Economia, Cidade e Indústria criativa; A TV sob o olhar de Mari Brasil; Perspectivas do Cinema Nacional.

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Os empreendedores do mercado criativo concorreram ano passado para participar da incubadora do Portomídia – nova incubadora de Economia Criativa que está vinculada ao Porto Digital, polo tecnológico do Recife/PE.

Foram aprovados nove projetos que possuíam, não ao mesmo tempo, tecnologia da informação e comunicação (TIC) com design, multimídia, fotografia, cine-vídeo-animação, jogos digitais e música.

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A pré-incubação durou seis meses e hoje restaram apenas os seis novos negócios que se diferenciaram dos demais. A incubadora ofereceu um amplo portfólio de serviços. Como bom colunista investigativo do Digaí perguntei a Mauricio Correia – empreendedor aprovado pelo Portomídia – “Digaí como é a experiência de incubação?”

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Sim, ele respondeu! Aqui no podcast ele fala da carreira no audiovisual, da experiência em ter a sua empresa incubada e muito mais.