Mercado de moda íntima é impulsionado pela internet

Não é novidade que a internet ajudou a impulsionar diversos segmentos de mercado, inclusive alguns que já tinham sucesso no ambiente offline. E um desses nichos é o de moda íntima, que tem o foco de produtos voltado principalmente para o sexo feminino, como calcinhas, sutiãs e itens similares.

Pensando na importância desse segmento, a IEMI Inteligência de Mercado, empresa brasileira especialista em pesquisas direcionadas para produtos do lar, realizou um levantamento em fevereiro de 2018. O estudo foi lançado em comemoração ao Dia do Consumidor, ocorrido no último dia 14 de março, e foi intitulado de “Comportamento de compra das consumidoras de moda íntima”.

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A moda íntima no mercado brasileiro

A pesquisa detectou que em relação às últimas pesquisas o consumidor mudou bastante sua percepção e hábitos em relação aos produtos de moda íntima. Entre as principais transformações estão o aumento da influência da internet na jornada de compra e a perda de espaço das revendedoras.

Vale salientar também que o consumidor passou a comprar mais, tanto em valor como em frequência. Em dezembro de 2015, última vez que o estudo foi realizado, o brasileiro gastava em média R$ 106,00 com uma frequência de compra de 5,2 produtos por ano. Agora o ticket médio subiu para R$ 127,00 com média de 5,5 itens por ano.

Comportamento de compra das consumidoras de moda íntima 01

A importância dos influenciadores digitais

A pesquisa mostrou que 62% das consumidoras costumam se informar sobre as tendências de mercado, principalmente o público das classes A e B. Entre os principais canais utilizados para buscar novidades estão a internet (41%), revistas (36%) e TV (27%). As redes sociais também passaram a influenciar bastante o consumidor.

Entre as principais plataformas estão o Instagram e YouTube, canais que detém uma grande quantidade de influenciadores digitais. O engajamento do público nesses endereços pode ter contribuído para o aumento das compras de produtos de moda íntima na internet, que subiu de 7,6% em 2015 para 12% em 2018.

E aí, amigo, você acredita que o mercado de moda íntima pode crescer ainda mais com a internet?

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