Depois de oferecer o selo de fan pages que respondem rápido as demandas dos clientes, o Facebook vem com outra novidade. Ele vai passar a compartilhar o rendimento de anúncio de vídeo produzido por usuários e empresas. Ele está oferecendo primeiramente para empresas grandes de conteúdo contínuo, como a Fox Sports, a liga de basquete NBA e o site de humor Funny or Die, que é conhecido por fazer esquetes com cantores e atores famosos.

 

 

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Novidade

 

“É a primeira vez que o Facebook tem feito qualquer tipo de compartilhamento de receita em torno de vídeo, e o campo para criadores de conteúdo é bastante transparente: compartilhe seu conteúdo com a gente e vamos compartilhar um pouco do dinheiro que nós fazemos de volta com você”, afirma a mídia social em seu blog oficial.

 

O argumento do Facebook é que a obtenção de  mais views para os produtores, assim como para empresas de pequena a grande porte melhorarem seu rendimento, tanto de propaganda, quanto de receita. O Facebook prometeu deixar os vídeos aparecerem mais na timeline, mesmo com as pessoas não seguindo as páginas.

 

No entanto, o compartilhamento de receita no Facebook não se aplica a todos os vídeos do Feed. Em vez disso, a empresa está lançando um novo recurso chamado suggested videos, ou seja, uma timeline exclusivamente de conteúdo de vídeo, por exemplo, clicando em um item, poderá aparecer vídeos sugeridos que tenham conteúdo semelhante ao que você viu.

 

 

Processo engatinhando

 

A mídia social ainda não decidiu como irá cobrar dos anunciantes, nem quando será aberto a grande massa. A empresa oferece atualmente dois métodos com anúncios em vídeo – a impressão (uma vista é contado assim que o vídeo começa a tocar) ou pagar por views (a vista é contado após os 10 segundos). A abertura para remuneração será lento, começando com algumas dezenas e depois, com o tempo, aberto para o restante gradativamente. Os usuários terão que esperar um pouco para terem um “salário” do Facebook.

 

O YouTube pode encarar a ação como uma concorrência, visto que ele domina esse mercado há mais de uma década, além dos seus parceiros, como  o Vevo e a Warner Music Group, premiações como o YouTube Music Awards e Youtubers que lucram – e muito – com a plataforma.