Internet das Coisas – Sua Casa, Seu Carro, Seu Negócio e Sua Vida Nunca Mais Serão os Mesmos

O que Vai Acontecer Que Será Capaz de Mudar Radicalmente A Forma Como Você Manipula Objetos e Acontecimentos dos Seu Dia-a-Dia a Ponto de Fazer Você se Sentir Em Um Filme de Ficção Científica?

 

Do Escritório de Neucler Simões

Campinas – São Paulo

 

Prezado(a) Amigo(a) Empreendedor(a),

 

Tanto eu quanto você já ouvimos, diversas vezes, o paradoxo: “A vida imita a arte ou a arte imita a vida?”. Se a vida imita a arte, em algum momento o que pertence a arte e é imitado pela vida, já pertenceu à própria vida em um estágio de concepção de ideia.

Complicado né? Chega de firulas e vou direto ao ponto que é o que de fato interessa pra gente aqui. Certo? Ótimo!

Em 1993 a toda poderosa indústria cinematográfica de Hollywood lançou um filme que era uma mistura de ação com ficção científica. Falo do filme O Demolidor (Demolition Man). O elenco contou com 3 atores bastantes conhecidos hoje em dia:

  • Sylvester Stallone (interpretou o policial John Spartan);
  • Wesley Snipes (deu vida ao criminoso Simon Phoenix) e;
  • Sandra Bullock (na pele da policial Lenina Huxley).

A primeira parte de história se passa na maravilhosa cidade de Los Angeles e o ano era 1996. E resumindo bem: Simon Phoenix sequestra um ônibus com 30 passageiros e o policial, John Spartan, chega para resgatá-lo e prender o vilão. Depois de poucas palavras trocadas entre ambos e alguns minutos de tiro, porrada e bomba, os dois acabam presos e condenados: Phoenix, por ser o Vilã,o e Spartan, por ter sido culpado por ter “causado” uma explosão que supostamente matou os 30 reféns do ônibus.

A condenação foi passar 70 anos com seus corpos congelados e armazenados, tendo suas atividades vitais monitoradas por chips colocados em seus corpos e interligados a computadores e a softwares de última geração para a época.

Porém, como uma das características do sistema prisional americano, o fora-da-lei Simon Phoenix teve o direito à liberdade condicional. O ano, da então liberdade, era 2032.

Aqui começa a segunda parte da história. Los Angeles estava completamente diferente. Carros inteligentes que obedeciam ao comando de voz de seu motorista, as funcionalidades das residências também operavam sob o comando de voz. Tem uma cena em que Phoenix está na sala de estar de uma casa e para acender as luzes do cômodo dizia, em alto e bom som, “iluminar”; para apagar as luzes bastava dizer “Não iluminar” e assim acontecia. Outra cena bem curiosa e engraçada foi que os personagens de Bullock e Stallone tentaram fazer sexo em um ambiente de realidade virtual. Praticamente não se apertava mais botões e sim dava-se comandos de voz.

É aqui que eu quero chegar nesta carta. Toda essa história para te contar que não importa qual interpretação você tem do paradoxo de quem imita quem entre arte e vida. Essas tecnologias em que você pode controlar os componentes de sua casa através de comando de voz ou aplicativo de smartphone já são uma realidade. É a Internet das Coisas (IoT; sigla em inglês para Internet of Things)

O que é Internet of Things?

Não foi necessário esperar chegar o ano de 2032. Já em 1994, um ano após o lançamento do filme, já havia estudos e experimentos avançados sobre essa tecnologia. O conceito se tornou popular em 1999 através de uma publicação feita pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) que falava sobre radiofrequência. Mas foi em 2013 que a visão sobre internet das coisas deu um salto significativo rumo a uma evolução graças a uma convergência de algumas tecnologias que vão desde internet sem fio a sistemas microeletroeletrônico embutidos em dispositivos físicos.

Basicamente, internet of things (internet das coisas) é a interligação de objetos físicos, sensores ou controladores e uma conexão com a internet. Os três pilares da internet das coisas são:

  • Internet sem fio;
  • Sistemas de controle de automação;
  • Sensores que fazem a intermediação entre a internet e os sistemas.

A palavra thing (coisa) já dá a noção de que não são apenas os computadores, smatphones e tablets que estão conectados à internet, mas também os objetos, as coisas (things).

Trata-se da permissão para que objetos sejam controlados remotamente através de uma infraestrutura de rede já existente, criando oportunidades de integração entre o mundo físico e o mundo virtual com sistemas baseados em computadores capazes de gerar resultados com maior eficiência, precisão e vantagens econômicas.

Onde Dá Pra Usar a Internet das Coisas?

De acordo com pesquisas tecnológicas realizadas pela empresa Gartner, nos EUA, no ano de 2020 estima-se que existirão mais de 30 bilhões de dispositivos sem fios conectados à internet das coisas.

Para que cada dispositivo fique integrado com a internet das coisas ele precisará usar um endereço de IP exclusivo. Recursos como reconhecimento facial e/ou comando de voz para abrir/fechar portas, acender/apagar lâmpadas, acionar funções nos carros inteligentes usando o comando de voz e embasados em uma conexão com a internet estão na lista de utilidades da internet of things

Mas não para por aí:

Será Possível:

  • Segmentação de Consumidores – através da captura de dados a internet das coisas, que cria uma oportunidade de medir, coletar e analisar uma variedade cada vez maior de dados comportamentais que influenciam diretamente no consumo;
  • Monitorar o meio ambiente – através de sensores será possível ajudar na proteção do meio ambiente. Monitoramento do ar, da água, do solo, do movimento dos animais selvagens e de seu habitats;
  • Monitorar e controlar operações urbanas e rurais;
  • Monitorar e controlar a produção nas empresas do 2º setor da economia;
  • Gerenciar melhor a produção, distribuição e o consumo de energia;
  • Sistemas de cuidados médicos

Dentre muitas outras áreas.

O Brasil e a Internet das Coisas

O futuro é bem promissor a nível mundial. Centros de pesquisas trabalham em prol de tornar a IoT algo além de real, algo que realmente faça parte do cotidiano das pessoas.

Aqui no Brasil as pesquisas são bastante tímidas. Restritas a alguns centro de estudos de meia dúzias de universidades.

Tanto no Brasil quanto no mundo a IoT é um oceano azul, repleto de oportunidades . O Brasil tem condições e deve tomar posse de um lugar na vanguarda nas pesquisas e desenvolvimento dessa tecnologia.

O Futuro é Agora.

 

Ao seu Sucesso e Prosperidade

 

Neucler Simões

Consultor em Copywriting e Consultor em Vendas Online

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