Alô galera antenada nas novidades digitais! Olha eu aqui de novo pra compartilhar conhecimento com vocês!

 

Se você teve a oportunidade de trabalhar com políticos nas eleições de 2014, ou presenciou da plateia o cenário político que se desenhou, deve ter percebido que as redes sociais foi um novo palco de atuação dos candidatos e se tornaram um espaço fundamental durante a campanha. Com isso, o mercado que já era propício ficou ainda mais benéfico ao mercado de marketing eleitoral.

 

A profissionalização das equipes é essencial para quem pega uma grande campanha, pois além do conhecimento de redes sociais é necessário entender a legislação eleitoral e ter uma noção básica de política, pois as estratégias para impedir e dificultar a vida do concorrente são sempre bem-vindas.

 

 

Hostilidade com a política

 

Que as eleições de 2016 serão uma oportunidade sem igual para agência e profissionais de marketing digital não há dúvidas, mas quem quiser abraçar esse mercado já tem que se articular e se capacitar pra lidar com um público que está cada vez mais desacreditado com a política e com um cliente político que tem o ego acima de qualquer coisa.

 

É necessário ter um planejamento com objetivos e diretrizes para que o fluxo de trabalho se desenrole.  Mas se você está acostumado a trabalhar com empresas e grandes corporações, vai perceber que algumas dificuldades incomuns a outros produtos surgem: a vontade do próprio candidato, a imprevisibilidade e uma rejeição enorme de usuários, com ataques e ofensas. Sendo assim, um gerenciamento de crise, levantamento de riscos e uma habilidade em administrar o ego e a vaidade do seu cliente é primordial. Diferentemente de corporações tradicionais, o cliente político geralmente joga o barco no mar e durante a viagem tenta fazer com que ele não afunde.

 

 

Composição da equipe

 

Geralmente uma equipe de Social Media inclui atendimento, conteúdo, monitoramento, planner, gerente de anúncios e design.  Com a complexidade do assunto, a formação da equipe em campanhas políticas se diferencia. Além de todos profissionais citados anteriormente, se faz necessário um coordenador de campanha, um jurídico, uma área de pesquisa e um profissional para acompanhar presencialmente todas as atividades do candidato.

Essa formação de equipe garante a agilidade das atividades em planejar, criar e desenhar táticas e diretrizes de forma mais dinâmica, com a instantaneidade que pede as redes sociais.

 

 

Como está o mercado?

 

Novas oportunidades de negócios serão geradas com as Eleições e à medida que elas vão se aproximando, aparecem oportunistas dizendo ser especialistas em marketing político eleitoral. Mais: não contentes, passam a também se denominar “especialistas em marketing digital”. Afinal, há três assuntos no Brasil que hoje em dia todos pensam dominar: futebol, política e, incrível, internet. Lamentavelmente esses “falsos profissionais” queimam o mercado e pra conseguir aquele cliente, você deve gastar um pouco mais de saliva e do seu poder de convencimento.

 

Dos milhares de pré-candidatos a prefeitos e vereadores que irão concorrer, como chegar a este cliente?
Em todo estado em município existem os diretórios partidários. Você pode fazer uma simples visita pra oferecer seus serviços, ou se quiser fazer uma campanha, sem grandes investimentos, envie e-mail marketing aos seus clientes ou articule com pessoas de seu relacionamento e informe que está buscando clientes com este tipo de perfil! Outra ferramenta que você pode usufruir são as redes sociais: Facebook, Twitter, e outras. No Facebook, você também poderá fazer parte de grupos que acompanham o mesmo ramo do seu negócio. A propaganda ainda continua sendo a alma do negócio!

 

Por trabalhar em um partido político, vejo como este mercado é deficiente de profissionais específicos. Geralmente um jornalista abraça atividades de assessor parlamentar, de imprensa, motorista, copeiro, recepcionista e de quebra, cuida das redes sociais do político. E quando empresas específicas são contratadas ficam apenas durante a campanha. Ganhadas as eleições, o candidato abandona o serviço. Então é interessante contratar um cliente já contando com essa incerteza de renovação de contratos futuros.

 

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