Não é de hoje que Arnaldo Jabor se mostra contra a Projeto de Emenda Constitucional 37, projeto este que retira dos ministérios públicos estaduais e federais o poder de investigação criminal. Em emissão na Rádio CBN, o jornalista convocou as redes sociais a se mobilizarem contra a PEC 37, alegando que “o pior pode acontecer em 26 de junho“, dia da votação do projeto.

 

 

Esta não é a primeira vez que Jabor convoca a mobilização nas redes sociais contra o projeto. Em abril deste ano, o jornalista elucidou a necessidade de a população estar alerta e fazer valer sua voz dentro das mídias sociais com o seguinte comentário: “A população tem que estar alerta para mais essa tentativa de arrasar o Ministério Público, uma das poucas instituições que merecem respeito nesse país. É preciso que se fale disso no twitter, no facebook, na internet, nos blogs, o tempo todo. Isso é tão importante quanto o manifesto da Ficha Limpa.

 

 

Em sua entrevista, o jornalista ainda citou o caso do deputado Feliciano e alegou que este movimento: “é mais importante que xingar o Feliciano ou se espantar com a imagem assustadora de Renan Calheiros na Presidência da República”.

 

Dentro do Facebook e do Twitter já se percebe a mobilização de diversos grupos que se posicionam contrários a este projeto – e a tendência é que, com a proximidade do dia 26 de junho aumentando, tenhamos cada vez mais ações alertando a população sobre a necessidade de se tomar uma atitude antes que seja aprovada a PEC da impunidade, como está sendo chamado este projeto.

 

Será este mais um caso onde a população exercerá seu poder, engajando-se com o auxílio das redes sociais, buscando que sua voz seja ouvida e prevaleça sua vontade em detrimento da vontade de seus governantes, como temos visto nos últimos anos? Será que a adesão popular dentro das redes sociais será maciça, como no caso Feliciano, ou a ação ficará restrita a alguns grupos fechados que lutam pelos direitos da população?

 

A hora de tomar uma atitude é essa, como disse Jabor: “É agora ou nunca…“.