Desde a década de 1990 o Brasil vem passando por um “boom” econômico. O cenário político e financeiro ajudaram e criaram hoje uma realidade inimaginável há alguns anos. Ser dono do próprio negócio se tornou possível e rentável. Passível e rentável o suficiente para mudar a vida de vários brasileiros.

 

Muitos ainda não sabem definir o que chegaria a ser necessariamente um empreendedor e uma startup. Há muitas definições para ambos os termos. Comumente restringem o segundo termo em questão  apenas às novas empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, TIC. Não nos restringiremos a essa área. O termo pode ser definido de forma satisfatória como o resultado do trabalho de um grupo de pessoas que acreditam e formulam um modelo de negócios passível de ser produzido em larga escala e de modo repetível. Isso nem sempre é fácil, especialmente em um ambiente dinâmico que é o mercado.

 

É preciso não ter somente uma ideia e o dinheiro para investir nela. É necessário os colocar em ação, analisar as possibilidades do mercado e ter convicção de que seu produto, se vingar, será comercializado de forma escalável e repetitiva. Bons exemplos são os aplicativos mobile, como o famoso o Instagram, que possuem um único formato que é acessível a milhares de consumidores diferentes.

 

Também poderemos nos remeter à ideia de uma pequena empresa ainda em fase de crescimento, que necessariamente não tem um alcance grande no mercado, e que precisa de investidores para crescer, aprimorar e conquistar espaço. Algumas conseguem ter uma evolução exponencial, porém outras não – chegando a falir em meses ou poucos anos. Não existe uma fórmula para o sucesso, mas um planejamento curto e ágil, associado a um bom modelo de negócios e à afinidade entre os sócios que compõem a empresa são ingredientes essenciais para a  rentabilidade.

 

Por outro lado, o termo empreendorismo não está associado estritamente a novas empresas ou novos empresários, como muitos imaginam. Levando em conta a análise do economista austríaco Joseph A. Schumpeter, empreendedor é todo aquele que começa algo novo, que enxerga o que pouquíssimos veem e torna real aquilo que sonha.

 

Podemos associar essa definição tanto a novas empresas e empresários, quanto aos já estabelecidos, mas que sempre tentam inovar. Temos, assim, empreendedores tanto em um ambiente interno, dentro de uma organização, como gerente ou diretor, quanto em um ambiente externo, montando o próprio negócio. Ser empreendedor é uma capacidade que faz com que profissionais se destaquem dos demais por agregarem valor ao que produzem.

 

 

“Empreendedor não deve ter sonho, tem que ter meta. Ele não é um cara que briga, faz negócios. Brigar é coisa de namorados.” Abilio Diniz.

 

 

Dessa forma, o ponto de convergência entre essas diferentes definições é que a startup pode ser, e geralmente é, criada por empreendedores. Estes desbravadores de novos negócios ao formarem uma empresa que possui metas, métricas e produtos de larga escala, constituem uma startup. É mais comum que elas estejam relacionadas ao âmbito de TIC porque o ambiente da web favorece o longo alcance do produto desenvolvido, além de torná-lo barato e rentável, sendo ainda igual para todos os consumidores. Entretanto, isso não impede que se formem startups utilizando um modo mais tradicional de negócios.

 

Assim, você pode ser um empreendedor no seu ambiente de trabalho ou se tornar um ao criar e desenvolver uma ideia original e colocá-la em prática. O que fará com que a sua pequena empresa vença das adversidades do mundo dos negócios é a estratégia que vai ser utilizada para isso. Estudo, networking e inteligência emocional distinguem os amadores dos profissionais da área.

 

 

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