No começo desse ano a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) estimou um crescimento de 16% no faturamento do e-commerce brasileiro em comparação a 2018.

A ótima notícia para quem faz parte desse segmento é que a estimativa se tornou realidade!

Segundo a própria ABComm, o setor de e-commerce teve um faturamento de R$ 17 bilhões no primeiro trimestre de 2019 e conseguiu atingir com sucesso as previsões.

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Qual a previsão para o resto do ano?

Depois desse ótimo cenário do primeiro trimestre, pode-se esperar com bastante ânimo o resto do ano!

Segundo o presidente da ABComm, Mauricio Salvador, os segmentos de moda, eletrônicos e informática foram os que mais influenciaram nessa alta do começo do ano.

E as previsões para 2019 são ótimas! De acordo com a ABComm, o comércio eletrônico deve registrar um ticket médio de R$ 301 com um total de 265 milhões de pedidos até o fim de dezembro, totalizando 87 mil lojas virtuais.

A participação de micro e pequenas empresas nesse faturamento também deve aumentar, chegando a 29%.

A tendência é que em datas comemorativas como Dia dos Pais e também estratégias de mercado como a Black Friday, impulsionem ainda mais o varejo online e façam todos esses números crescerem.

Salvador ainda afirma que: “O comércio eletrônico, em geral, cresce e mantém índices satisfatórios de vendas, apesar do cenário macroeconômico ainda pouco definido. Cada vez mais, o consumidor se vale dos recursos da Internet para balizar suas decisões de compra”.

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Aumento do faturamento X Uso de dispositivos móveis

Segundo uma matéria da revista Época, há hoje 230 milhões de celulares ativos no Brasil, então pode-se perceber a forte presença que esse dispositivo tem no cotidiano do público.

E esse impacto não se limita ao público geral, como pode ser percebido também nos e-commerces.

Isso fica muito claro quando considera-se que 35% das compras online feitas no primeiro trimestre foram através de smartphones.

E espera-se que esse tipo de dispositivo seja cada vez o meio mais utilizado pelos usuários quando forem realizar compras online.

E aí, amigo, já sabia da força que o setor de e-commerce tem no Brasil?