Diversidade foi um dos temas mais discutidos no Brasil nos últimos anos, e o reflexo disso foi sentido no principal buscador da internet: o Google. Em 2016, as buscas sobre diversidade no Brasil cresceram aproximadamente 30%, segundo o Dossiê BrandLab, estudo realizado por um programa do Google.

Esse tema é bastante polêmico e engloba diversas vertentes, podendo ser religiosa, biológica, política, social, étnica e até mesmo linguística. O estudo procurou mostrar quais os principais termos pesquisados pelos usuários, como também as personalidades mais influentes do YouTube e as marcas que trabalharam bem o tema em suas ações.

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A diversidade no Brasil

Comparado a 2012, o brasileiro está pesquisando duas vezes mais sobre assuntos relacionados a diversidade. Entre os temas de maior relevância estão o feminismo, racismo e LGBTQI+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transvestigêneros, Queers, Intersexuais e outros). O termo “transgênero”, por exemplo, teve um aumento de buscas em 123% apenas em 2017.

Já as visualizações de conteúdos que abordavam homofobia, LGBTQI+, racismo ou feminismo tiveram um aumento de 260% nos últimos seis meses. Empoderamento feminino e machismo também foram palavras com muitas buscas. Atualmente há 300% mais pesquisas sobre empoderamento feminino, enquanto que machismo cresceu 163% em dois anos.

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A diversidade no YouTube

O YouTube é uma das plataformas preferidas para quem deseja se expressar e ser visto. Devido ao alcance da rede social, muitas pessoas acabaram se tornando representantes de um grupo. Apenas nos últimos seis meses foram publicados mais de 600 mil vídeos com algum tema relacionado a diversidade.

Entre os assuntos mais comentados estão: 338.00, gordofobia; 124.000, transexual; 50.000, auto-estima e aceitação; 17.000, machismo; 14.300, feminismo; 13.800, violência sexual; 13.000, mulher negra. Embora seja muito difícil abordar esses temas, a pesquisa mostrou que youtubers procuram sempre falar sobre algo que já vivenciaram, o que dá mais naturalidade ao conteúdo.

E aí, amigo, o que você acha dessa mudança de pensamento do brasileiro?