Como os especialistas já haviam adiantado na semana passada, o Natal de 2017 seria bastante lucrativo para os lojistas. E após a passagem da data comemorativa, as expectativas dos comerciantes foram consolidadas. Segundo as primeiras avaliações, o faturamento do e-commerce no Natal cresceu 12% em 2017 se comparado aos números do ano passado.

Em 2016 o faturamento foi de aproximadamente R$ 7,7 bilhões, R$ 1 bilhão a menos que 2017. Já a quantidade de pedidos foi 13% maior nesse ano, com 2,2 milhões de encomendas a mais que o mesmo período do ano passado. Entretanto, a expectativa de crescimento do ticket médio não se confirmou, pois ao invés de aumentar R$ 7,00, caiu R$ 5,00.

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Resultados da pesquisa

Para fazer uma análise das vendas do Natal, o E-bit avaliou as compras no período de 15 de novembro até 24 de dezembro. Para a pesquisa foi considerado também o faturamento da Black Friday, que correspondeu a 25% do total apurado pelos lojistas. Com exceção do ticket médio e número de pedidos, todas as previsões feitas pelo E-bit se concretizaram.

Pedro Guasti, CEO da E-bit, revelou que ficou bastante satisfeito com os resultados no período. Embora o ticket médio tenha diminuído, o número de pedidos foi maior que o esperado, então o faturamento ficou próximo à margem prevista. Segundo Guasti, a alta no e-commerce está baseada no número de pedidos, e não ao preço dos produtos.

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Principais categorias de produtos vendidos

As categorias que tiveram destaque no período analisado foram telefonia (incluindo smartphones e celulares), produtos para a casa e decoração. O primeiro grupo representou 21% do faturamento total, enquanto que casa e decoração registrou 10,4% dos pedidos e 8,3% da receita geral.

Guasti espera que com as vendas do Natal e da última semana do ano, o e-commerce feche 2017 com um crescimento de aproximadamente 10%. Com os resultados, esse ano se mostrou excelente para os negócios online, e a perspectiva é que o segmento continue em ascensão em 2018.

E aí, amigo, quais as suas expectativas para o e-commerce em 2018?