Gigantes da tecnologia pagam mais que o Serviço de Inteligência Britânico

Este não é um bom momento para o serviço de inteligência britânico GCHQ (Government Communications Headquarters), encarregado da segurança e da espionagem do Reino Unido, contratar novos agentes. O serviço tem tido problemas em encontrar pessoas qualificadas porque grandes empresas de tecnologia como Google, Facebook e Apple podem pagar até cinco vezes mais.

Segundo um relatório divulgado nesse mês, o Comitê de Inteligência e Segurança Britânica cita representantes da GCHQ dizendo que as grandes empresas de tecnologia poderiam oferecer “quatro ou cinco vezes mais” para profissionais especializados em segurança e cibersegurança do que a agência seria capaz.

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Expectativa para segurança digital britânica

De 2015 para 2016 a agência sofreu uma queda de 22% no recrutamento, mas disse que aumentaria o número de pessoas que examinavam novos agentes. Em junho do ano passado, por exemplo, haviam 51 funcionários. Em 2018 espera-se contratar 110 novos funcionários especializados em recrutamento para dar conta da crescente ameaça de ações de hackers estrangeiros.

“O GCHQ nos disse anteriormente que se esforça para atrair e reter um quadro adequado e suficiente de especialistas técnicos internos porque inevitavelmente tem que competir com grandes empresas de tecnologia que são capazes de pagar muito mais”, diz parte do texto do relatório do Comitê de Inteligência e Segurança Britânica.

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A credibilidade na internet brasileira

No contexto brasileiro, os usuários da rede mundial de computadores são os que mais passam tempo conectados online, segundo pesquisa da Global Connected Life. A média diária é de oito horas, três a mais que a média mundial. O estudo apontou também que as pessoas estão começando a questionar mais as informações que circulam em rede.

Quando se trata de segurança, 52% dos usuários brasileiros afirmam que os conteúdos publicados nas redes sociais não passam credibilidade, sendo um percentual de 17% a mais que a média mundial. Mesmo assim, 49% dos entrevistados afirmaram efetuar compras via dispositivos móveis, que segundo especialistas, ainda oferecem menor segurança do que computadores de desktop.

E aí amigo, quando se trata de segurança de dados quais são as suas principais precauções?

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