Há um ano, o Facebook lançava o gerenciador de direitos com o objetivo de auxiliar os detentores de direitos a administrarem os seus conteúdos produzidos e disponibilizados na internet. Com o gerenciador de direitos é possível carregar e manter vídeos que o usuário deseja monitorar, além de criar uma lista de páginas com permissão para utilizar o conteúdo protegido por direitos autorais.

Durante esse período, a empresa buscou aperfeiçoar a ferramenta, ao passo que seguia recebendo feedback dos seus parceiros. O resultado dessa pesquisa de opinião foi a carência de uma maior automação e controle sobre o material criado. Isso mostra uma necessidade de mercado, pois atualmente a produção de conteúdo se faz mais presente no marketing empresarial, ainda mais na internet.

Ações automatizadas

Ações de correspondência indicam o que ocorre quando o gerenciador de direitos percebe uma correspondência de conteúdo protegido por direitos autorais. E para tornar essa função de gestão mais fácil e otimizada, o Facebook tornou o procedimento mais eficiente, criando uma automação e dando aos gerenciadores mais alternativas para o que acontece com o material identificado.

O gerenciador de direitos agora tem quatro opções de correspondência automatizada, como bloquear, reivindicar ganhos com anúncios, monitorar e revisar manualmente a correspondência. Essa execução visa garantir uma maior proteção ao usuário e diminuir a violação de propriedade material, serviço essencial em tempos de plágio e imitações.

Condições de correspondência

Essa condição é uma ação que visa determinar se os proprietários de direitos devem ou não agir sobre um determinado conteúdo deles. Dessa forma, os detentores de direitos podem ajustar atividades específicas para determinadas áreas geográficas, por exemplo. Assim, caso a condição pré-estabelecida seja atendida, a ação especificada ocorrerá automaticamente.

Com a atualização de privacidade, vai ser possível estabelecer exigência de acordo com o local de visualização, com o tipo de conteúdo, tamanho da correspondência, tipo de editor e tipo de privacidade.

E aí, amigos, você já teve os direitos violados na internet?