Pesquisas recentes apontam que o Facebook continua crescendo em números de usuários e acessos, principalmente entre as pessoas acima dos 40 anos de idade. Porém, um comportamento que chama a atenção é que quanto mais pessoas de idade entram no Facebook, mais jovens entre 17 e 24 anos deixam a rede social.

 

Este comportamento pode ser explicado pelo fato desse público que está crescendo ser formado por pais e avós desses jovens, o que acarreta na supervisão e monitoramento de suas atividades nas redes sociais. Com isso, os jovens optam por abandonar o Facebook e procurar outros meios de relacionamento que proporcionem uma liberdade maior.

 

Neste movimento, o Twitter, WhatsApp, Instagram, Skype e Snapchat são as principais alternativas para esses jovens se relacionarem e se comunicarem com seus amigos. A grande vantagem destas redes sociais é a agilidade na comunicação, a privacidade e o fato de não terem tantos adultos como no Facebook.

 

Segundo uma pesquisa feita nos Estados Unidos pela consultoria iStrategy, o Facebook perdeu mais de 6,7 milhões de jovens com idades entre 13 e 24 anos nos últimos 3 anos. Apenas entre os jovens de 13 a 17 anos, foram mais de 3,3 milhões deixando o Facebook, uma queda de 25,3%.

 

Essa mesma pesquisa aponta que pessoas com idade acima de 25 anos entraram mais do que deixaram o Facebook. Já as pessoas acima dos 55 anos foram as que mais cresceram na rede social, registrando um crescimento de 80,4% em três anos.

 

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Em 2013, na divulgação do balanço do Facebook, um executivo do site disse que jovens passaram “a usar menos a rede social do que nos anos anteriores“.

 

O Facebook se preocupa com este cenário e por isso procura alternativas, como por exemplo, a compra de outras redes sociais que sejam febre entre os jovens.

 

Até mesmo o Presidente Obama já sabe que o Facebook esfriou entre os jovens e comentou há alguns dias “Parece que eles não usam mais o Facebook”.

 

Já no Brasil, o cenário é diferente. De acordo com dados da ComScore, os jovens entre 15 e 24 anos dominam o Facebook. Só no último ano, esta classe subiu de 8,7 milhões para 18,1 milhões.

 

Tudo indica que este comportamento presente hoje, entre os jovens americanos, seja o mesmo entre os jovens brasileiros no ano de 2014.

 

E você, o que acha deste comportamento? Deixe seu comentário abaixo.

 

Recomendo também a leitura do artigo da minha amiga Suzana Valença “Os adolescentes estão invadindo o Twitter?“.